anatomia-baqueta

O Cabo: É a parte em que seguramos a baqueta, medindo aproximadamente 130mm.. A Liverpool dispõe de vários modelos que possuem o cabo com pintura emborrachada, que proporciona aderência diferenciada. Uma boa baqueta possui sua extremidade arredondada, para um conforto maior na palma das mãos. Além disso, também é importante que sua extensão seja bem cilíndrica, sem deformidades como talho ou farpas, para que a baqueta tenha uma boa rotação enquanto se percute. São muitos os bateristas que tocam com a baqueta invertida, pois assim conseguem um som mais volumoso, mais grave e pesado.

O Corpo: É a maior  parte da baqueta. O comprimento e diâmetro, juntamente com o peso da baqueta , terão muita funcionalidade dentro de um determinado gênero musical. Outros fatores importantes nesse sentido são a flexibilidade e a resistência. Como exemplos, temos os bateristas de Rock que preferem o corpo mais alongado, pesado, e que resista ao contato forte com os aros dos tambores. Os bateristas de Jazz preferem baquetas com o corpo mais curto e leve.

O Ombro: Fica entre o corpo e o pescoço, ou seja, o local onde inicia o “afunilamento ” da baqueta. Seu posicionamento dentro do comprimento irá determinar o ponto de equilíbrio e a pressão que a baqueta exercerá sobre os tambores e pratos.

O Pescoço: Atribui características muito importantes. Quanto maior for o comprimento, maior será a flexibilidade e o rebote. A baqueta também proporcionará maior velocidade nos movimentos. Baquetas com pescoço curto ou grosso, proporcionam menor flexibilidade e rebote. Mas são mais resistentes, permitindo maior força e volume no ataque.  Certifique-se sempre da qualidade desta região, pois é a que mais sofre desgaste.

A Cabeça (ou Ponta):  O elo entre os movimentos do músico e a qualidade do som a ser produzida na bateria. Precisa ter boa densidade e resistência, pois é a principal área de contato da baqueta com os tambores e pratos. Sua função é muito delicada e para isso, o projeto de cada modelo é muito estudado e o torneamento precisa ser perfeito.

A Liverpool oferece baquetas com vários tipos de ponta. Selecione no nosso site a baqueta desejada e conheça os formatos e efeitos sonoros de cada uma.

As características que devemos avaliar quando adquirimos um par de baquetas são:

  • Qualidade da madeira: Opte por madeiras sólidas e de boa resistência. Baquetas com qualidade devem ter densidade bem distribuída, isentarem-se de nós, furos, talhos, empenamentos, umidades ou outras imperfeições que possam comprometer sua utilização e durabilidade;
  • Fibras da madeira: Devem seguir uniformemente do cabo até a cabeça, sem apresentar farpas ou muita aspereza;
  • Peso: Deverá ser o mesmo dentro de um par, a não ser que seja um modelo de par específico - uma rara exceção! Esta característica influenciará no equilíbrio e na uniformidade dos timbres;
  • Comprimento e Diâmetro: Faça testes com diferentes modelos, e veja qual se adapta melhor às suas mãos e braços. Baquetas mais grossas são mais duráveis, porém não são indicadas para estilos musicais mais leves. Para o comprimento da baqueta, aconselha-se criar uma relação com a extensão dos seus braços e do kit de bateria. Baquetas mais compridas darão mais alcance, mas serão mais pesadas;
  • Pontas: As pontas de madeira proporcionam uma sonoridade natural e geralmente mais suave. Uma boa cabeça de madeira deve possuir circunferência bem definida e isentar-se de rachaduras ou fissuras na superfície. As pontas de nylon proporcionam mais brilho, principalmente nos pratos, e são mais duráveis. Uma boa cabeça de nylon deve estar muito bem fixada, ser sólida, sem rebarbas e formato bem definido;
  • Equilíbrio: Um par que proporciona equilíbrio, identificamos como “balanceado”. Ele possui peso uniforme, proporcionando melhor controle, mesmos ataques e rebotes entre as baquetas e timbres pelo menos parecidos;
  • Sensação: Segure as baquetas da mesma maneira que você as utilizaria para tocar na sua bateria. Role, percuta cada baqueta em uma superfície mais dura, como num balcão ou numa mesa. Perceba a sonoridade e a vibração deste par. Não adquira baquetas que soem ocas ou rachadas e  que estejam tortas. Sinta se este par proporciona-lhe o desejado, como conforto, controle, sensibilidade, sonoridade, volume e boa aderência. Uma boa baqueta deverá atender pelo menos a maioria destas qualidades;
  • Baqueta Assinada: Se você encontrou na loja aquele modelo especial desenvolvido pelo seu baterista preferido e quer experimentá-lo, lembre-se que as medidas devem ser exatamente aquilo que foi divulgado, porém o resultado na utilização poderá ser uma peculiaridade sua. Tudo depende da sua maneira de tocar, ou seja, sua “pegada”. Aliás, mesmo com todas essas dicas, a escolha por um modelo de baqueta será muito pessoal. Existem vários bateristas profissionais e famosos que usam até 3 modelos diferentes. Fique esperto na sua escolha, para que seu modelo esteja disponível na próxima aquisição;
  • A Liverpool é líder no mercado pelo excelente custo-benefício!

Você escolhe a madeira. O sucesso escolhe você.

A Liverpool fabrica as melhores baquetas do Brasil e utiliza em sua confecção matéria-prima de excelência. Conheça essas nobres madeiras e suas características.

American Hickory

Flexível e com grande resistência a impactos, a Hickory é a madeira preferida dos bateristas. Considerada pela maioria como a mais confortável para percutir.

Caracteriza-se principalmente pelo timbre refinado, originando uma sonoridade mais encorpada e versátil.

Marfim

Com ótimas características de elasticidade e densidade, produz uma sonoridade intermediária, mais macia.

O peso menor permite maior agilidade e conforto para quem prefere baquetas com maior diâmetro e empunhadura. É a baqueta mais lembrada quando o assunto é custo-benefício.

Brazilian Wood

O Roxinho é uma madeira pesada e dura, com ótima resistência, textura da superfície semelhante ao jatobá e brilho atenuado. Seu desgaste é lento e o principal diferencial está na coloração, na contextura vibrante e no rebote.

Eco Jatobá

Classificada como madeira de alto peso específico, baixa flexibilidade e alta resistência, a Eco Jatobá tem a superfície pouco lustrosa e textura menos lisa. Proporciona sonoridade mais volumosa nos tambores e mais brilho e definição nos pratos.

detalhe madeira ecojatoba Eco Bio

Possui volume e ataque ideais para quem prefere uma baqueta com menor diâmetro e empunhadura. Madeira pesada e dura, proporcionando muito ataque. Superfície lustrosa com textura intermediária, excelente durabilidade.

detalhe madeira ecobio

Treino (Baseado em 1 hora)

AQUECIMENTO

Uma dica é tocar rulos simples, duplos e de pressão. Para os pés, faça progressões de simínimas, colcheias, tercinas e semicolcheias, de preferência com seu metrônomo.

Tempo: 6 minutos.

RUDIMENTOS (com metrônomo)

Desenvolva todos os rudimentos básicos. Escolha no máximo dois por treino e busque o total domínio sobre eles. Depois, distribua-os por todo o seu kit

Tempo: 12 minutos.

RITMOS (com metrônomo)

Além dos ritmos que você domina, busque desenvolver outros mais complexos. O Objetivo será desenvolver seu cérebro e sua coordenação de braços e pernas.

Tempo: 18 minutos.

VIRADAS (com metrônomo)

Use sua criatividade. Faça todas as combinações que vierem a sua mente. Comece com ritmos simples e vá inserindo as viradas em trechos específicos. Posteriormente experimente outras quebras na levada e faça viradas maiores. Pratique com o metrônomo sempre que possível. Um problema comum entre os bateristas é acelerar durante a virada e acabar voltando ao ritmo fora de tempo.

Tempo: 12 minutos.

 

DESAFIO

Agora será o momento para forçar suas habilidades e alcançar outro nível. Portanto, liste suas deficiências e passe-as a limpo. Por exemplo: um rudimento que não esteja saindo legal; um ritmo que ficou para trás por você ter achado complexo demais; uma virada que você viva travando; um novo exercício escrito, executando-o em velocidades lentas e rápidas.

Tempo: 6 minutos.

EXPERIMENTAÇÕES

Este tempo será livre para desenvolver qualquer coisa. Componha um solo, ouça uma música preferida e toque junto, experimente alterar a configuração do seu kit, descubra afinações diferentes, teste um novo par de baquetas Liverpool.

Tempo: 6 minutos.

TOTAL

Saudações! A sua força de vontade e sua disciplina trouxeram-no até aqui. Você é um(a) baterista melhor! Continue assim até o próximo treino!

Tempo: 60 minutos

ritmos-basicosviradas-basicas

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Características importantes a serem avaliadas na escolha da sua baqueta

Qualidade da madeira: Opte por madeiras sólidas e de boa resistência, que tenham densidade bem distribuída e suas fibras sigam uniformemente do cabo até a cabeça, sem apresentar farpas ou muita aspereza. Não poderá existir nós muito grandes, furos, talhos, empenamento, umidade ou outras imperfeições que possam comprometer sua utilização e durabilidade.

 

Peso: O par deverá ser formado por baquetas de pesos iguais. Esta característica influenciará na uniformidade dos timbres e no equilíbrio, proporcionando melhor controle, mesmos ataques e rebotes entre as baquetas.

 

Comprimento e Diâmetro: Faça testes com diferentes modelos e veja qual se adapta melhor às suas mãos e braços. Baquetas mais grossas são mais duráveis, porém não são indicadas para estilos musicais mais leves. Baquetas mais compridas darão mais alcance, mas serão mais pesadas.

 

Pontas: As pontas de madeira proporcionam uma sonoridade natural e geralmente mais suave. Uma boa cabeça de madeira deve possuir circunferência bem definida e isentar-se de rachaduras ou fissuras na superfície. As pontas de nylon proporcionam mais brilho, principalmente nos pratos e são mais duráveis.

 

Sensação: Segure as baquetas da mesma maneira que você as utilizaria para tocar na sua bateria. Perceba a sonoridade e a vibração deste par. Não adquira baquetas que soem ocas ou rachadas e  que estejam tortas. Sinta se este par proporciona conforto, controle, sensibilidade, sonoridade, volume e boa aderência.

 

Baqueta Assinada: Se você encontrou na loja aquele modelo especial desenvolvido pelo seu baterista preferido, lembre-se que ao testá-lo o resultado na utilização poderá ser uma peculiaridade sua. Tudo também depende da maneira que cada músico toca, ou seja, da sua “pegada”.

Rio de Janeiro – Interior

Representação:

Representante:

Contato:

E-mail:

| ROSANGELA JESUS DOS SANTOS Rosangela (21)97920-2828 021representacoes@gmail.com

Representantes – Mato Grosso – MT

Representação:

Representante:

Contato:

E-mail:

| G S JARBAS REPRESENTACOES Jarbas (65)3027-3763 elijarbas@hotmail.com
(65)99956-3763

Antes da década de 1950, não existiam empresas especializadas em fabricar baquetas. Os próprios fabricantes de baterias e outros instrumentos de percussão, confeccionavam e comercializavam as baquetas. Também havia bem menos modelos do que atualmente e seus nomes eram dados de acordo com a aplicação. Desde aquela época, as três designações mais comuns são baquetas "A", "B" e "S".

Letra “B”: era referente à “Band” (banda) e serviam para as baquetas direcionadas para bandas de teatro, "big bands" e/ou orquestras. Letra “S”: era referente à palavra "Street" (rua), e especificava os modelos feitos para serem em bandas marciais e/ou fanfarras.

Letra “A”: a origem para a utilização desta letra é um pouco vaga. Aparentemente ela identificava as baquetas que não se enquadravam como “B” ou “S”. O mais evidente é que eram  referente à expressão “All Purpose” (de uso geral).

Os números nas baquetas servem para dar uma impressão de seus tamanhos. Nos modelos “A” e “B”, quanto maior o número, menor a baqueta.

Exemplificando, uma baqueta 2B é maior que um 5B, uma baqueta 7A é menor que um 5A.

As baquetas de bandas marciais e/ou fanfarras são designadas com esse conceito numérico. Exemplificando, as baquetas 1S são menores que 2S, que são menores que 3S.

Essas identificações podem até nos confundir, além de que dificilmente encontraremos alguma fonte de informação que saberá explicar exatamente os motivos. Alguns desses detalhes foram perdidos na história.

Fabinho Viotto

At the age of ten, Fabinho Viotto, as he is known, was already enchanted with music. His father was a drummer in the 1970s in a Beatles cover band, which inspired him.

The profession already pointed out when he began to attend the rehearsals of neighborhood friends who had bands of pop rock. His eyes did not leave the battery. "One day, in the interval of an essay, I sat on the drum and felt totally inspired. I did not waste time, I joined a samba school that I had at home, like a bass drum, a rusty box and made a pedal with cardboard in some springs rolled in the structure. Ready! This was my first hit, or rather a prototype of it. I tried to play every day in this work until I got my first instrument, those with eucatex helmets, well, scrawny. After a few years and rolls, I managed to exchange for a quality one. I was even more motivated, wanting to play all day. "

Self-taught until the age of 17, Viotto began working as a freelancer and earning his first cousins as a musician. Since then, he has recorded hits from 2004 to 2011 with Jeito Moleque Group and at the end of 2011, he was invited by music producer and bassist Wilson Prateado to join the musicians team of singer Belo, where he remained from 2011 to January 2016 In February of this same year, he was invited by the singer Thiaguinho to be part of his musicians, where he is currently a drummer.

He has supported and endorsement of: Tango Musical Instruments, Arborea Cymbals, Novitá Music, Aquarian Drumheads, BateraClube, Hello Cases Hard Cases and Gavazzi Cases and Bags.

"I've worked with hundreds of groups, because every week I'm in the studio recording groups and singers," says Viotto, who ensures that the good side of the profession is to become a reference for new musicians, to distribute and acquire knowledge and to make many friends.

Social Media

Gustavo Probst

Musician for 14 years, graduated in Systems Analysis, has a degree in Drums from S.E.M (Music Education System), and has been teaching at the Music Art school for approximately 5 years. He has played in several Metal bands in the city and region, Country Doubles and Dance Bands, and currently, besides being a teacher, he acts as a Free Lancer musician in concerts and recordings.

Social Medias

Wagner Santos Percussionista e Baterista de Caruaru/PE.

 

Gerson Lima Filho natural de Indaiatuba é baterista profissional, formado no IP&T (Instituto de Percussão e Tecnologia) atuando como professor, músico de estúdio e sideman.

Já acompanhou artistas como Afonso Nigro (Ex-Dominó), Luiza Possi, Fernanda Abreu, Kid Vinil, Paulo Miklos (ex Titãs), Mulheres em Acordes, Léo Maia, Altemar Dutra Filho, Toquinho, George Israel (Kid Abelha) entre outros.

Participou em vários festivais especializados de bateria: Festival Modern Drummer (2006), Revista Bateria & Percussão (2008), Festival Odery (2010), entre outros.

Foi colunista do maior site do cenário baterístico: Portal "Batera.com.br" (2006-2009) e também colunista da extinta revista especializada "Modern Drummer Brasil" (2012-2016).

Em 2014 lançou seu primeiro DVD intitulado "Plantão GF - Viradas Rock" que teve bastante repercussão nas mídias especializadas.

Em 2015 o grande educador americano Dom Famularo citou Gerson em uma matéria na revista Modern Drummer Americana onde escreveu sobre: "Bateristas que você deve conhecer quando visitar estes países".

No Brasil Dom Famularo citou vinte bateristas, entre eles: Aquiles Priester, Edu Ribeiro, Kiko Freitas, Vera Figueiredo, Douglas De Las Casas, etc.

Gerson também é endorser de alguns produtos e foi precursor no Youtube, onde desde 2006 possui o canal "Gerson Lima Filho Vídeos" com mais de 53 Mil inscritos/6 Milhões de visualizações, postando semanalmente material com dicas voltadas para bateristas.

Atualmente toca com seu power trio o Alien Groove (formado em 2004), que já gravou dois cd's e com o Rodrigo Andreiuk Trio (pianista) que em 2017 gravou a “Brazilian Symphonic Phantasy” com a Orquestra Sinfônica de Budapeste Budapeste/Hungria.) e com a peça o Trio ganhou o “Global Music Awards Bronze Medal”.

Leciona em particular desde 1999, para qualquer faixa etária , possuindo metodologia própria, desenvolvida para atender as necessidades de cada aluno.

Nascido em São Gonçalo- RJ no ano de 1990, teve seu primeiro contato com a Bateria aos 14 anos . Seu primeiro professor foi o baterista/Percussionista sinfônico, Marcelo Vieira.

Estudou também com:

Marcio Bahia
Claudio Infante
Rafael Barata
Williams Mello
Damaso Cerruti

Tocou e gravou com :

Dalto (Mpb)
Rayssa e Ravel (gospel)
Daniel Boaventura (pop/jazz)
Michael Sullivan (mpb)
Loalwa Braz (grupo Kaoma) lambada
Brazilian 2wins (USA)

Instrumental :
Rolf Erik Nysrom (NOR)
Per Olav Kobberstad (NOR)
Ze Canuto
Dino Rangel Trio
Osmar Milito

Atualmente em turnê com a Ludmilla

Patrocinado por: Pearl, Turkish,GavazziCase ,Vinil Drums e FSA

Representantes - Rio Grande do Norte - RN

Representação:

Representante:

Contato:

E-mail:

| ALCA INFORMATICA E REPRESENTACOES LTDA Alayne (81)3423-4088 021representacoes@gmail.com
(81)3423-4257
(81)99966-8352

 

Representantes - Rio Grande do Sul - RS

Representação:

| JOINER COSTA DE PINTO REPRESENTACOES ME

Representante:

Joiner

Contato:

(51)99692-0980

E-mail:

joiner@torranorep.com.br

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