Antes da década de 1950, não existiam empresas especializadas em fabricar baquetas. Os próprios fabricantes de baterias e outros instrumentos de percussão, confeccionavam e comercializavam as baquetas. Também havia bem menos modelos do que atualmente e seus nomes eram dados de acordo com a aplicação. Desde aquela época, as três designações mais comuns são baquetas "A", "B" e "S".

Letra “B”: era referente à “Band” (banda) e serviam para as baquetas direcionadas para bandas de teatro, "big bands" e/ou orquestras. Letra “S”: era referente à palavra "Street" (rua), e especificava os modelos feitos para serem em bandas marciais e/ou fanfarras.

Letra “A”: a origem para a utilização desta letra é um pouco vaga. Aparentemente ela identificava as baquetas que não se enquadravam como “B” ou “S”. O mais evidente é que eram  referente à expressão “All Purpose” (de uso geral).

Os números nas baquetas servem para dar uma impressão de seus tamanhos. Nos modelos “A” e “B”, quanto maior o número, menor a baqueta.

Exemplificando, uma baqueta 2B é maior que um 5B, uma baqueta 7A é menor que um 5A.

As baquetas de bandas marciais e/ou fanfarras são designadas com esse conceito numérico. Exemplificando, as baquetas 1S são menores que 2S, que são menores que 3S.

Essas identificações podem até nos confundir, além de que dificilmente encontraremos alguma fonte de informação que saberá explicar exatamente os motivos. Alguns desses detalhes foram perdidos na história.

anatomia-baqueta

O Cabo: É a parte em que seguramos a baqueta, medindo aproximadamente 130mm.. A Liverpool dispõe de vários modelos que possuem o cabo com pintura emborrachada, que proporciona aderência diferenciada. Uma boa baqueta possui sua extremidade arredondada, para um conforto maior na palma das mãos. Além disso, também é importante que sua extensão seja bem cilíndrica, sem deformidades como talho ou farpas, para que a baqueta tenha uma boa rotação enquanto se percute. São muitos os bateristas que tocam com a baqueta invertida, pois assim conseguem um som mais volumoso, mais grave e pesado.

O Corpo: É a maior  parte da baqueta. O comprimento e diâmetro, juntamente com o peso da baqueta , terão muita funcionalidade dentro de um determinado gênero musical. Outros fatores importantes nesse sentido são a flexibilidade e a resistência. Como exemplos, temos os bateristas de Rock que preferem o corpo mais alongado, pesado, e que resista ao contato forte com os aros dos tambores. Os bateristas de Jazz preferem baquetas com o corpo mais curto e leve.

O Ombro: Fica entre o corpo e o pescoço, ou seja, o local onde inicia o “afunilamento ” da baqueta. Seu posicionamento dentro do comprimento irá determinar o ponto de equilíbrio e a pressão que a baqueta exercerá sobre os tambores e pratos.

O Pescoço: Atribui características muito importantes. Quanto maior for o comprimento, maior será a flexibilidade e o rebote. A baqueta também proporcionará maior velocidade nos movimentos. Baquetas com pescoço curto ou grosso, proporcionam menor flexibilidade e rebote. Mas são mais resistentes, permitindo maior força e volume no ataque.  Certifique-se sempre da qualidade desta região, pois é a que mais sofre desgaste.

A Cabeça (ou Ponta):  O elo entre os movimentos do músico e a qualidade do som a ser produzida na bateria. Precisa ter boa densidade e resistência, pois é a principal área de contato da baqueta com os tambores e pratos. Sua função é muito delicada e para isso, o projeto de cada modelo é muito estudado e o torneamento precisa ser perfeito.

A Liverpool oferece baquetas com vários tipos de ponta. Selecione no nosso site a baqueta desejada e conheça os formatos e efeitos sonoros de cada uma.

As características que devemos avaliar quando adquirimos um par de baquetas são:

  • Qualidade da madeira: Opte por madeiras sólidas e de boa resistência. Baquetas com qualidade devem ter densidade bem distribuída, isentarem-se de nós, furos, talhos, empenamentos, umidades ou outras imperfeições que possam comprometer sua utilização e durabilidade;
  • Fibras da madeira: Devem seguir uniformemente do cabo até a cabeça, sem apresentar farpas ou muita aspereza;
  • Peso: Deverá ser o mesmo dentro de um par, a não ser que seja um modelo de par específico - uma rara exceção! Esta característica influenciará no equilíbrio e na uniformidade dos timbres;
  • Comprimento e Diâmetro: Faça testes com diferentes modelos, e veja qual se adapta melhor às suas mãos e braços. Baquetas mais grossas são mais duráveis, porém não são indicadas para estilos musicais mais leves. Para o comprimento da baqueta, aconselha-se criar uma relação com a extensão dos seus braços e do kit de bateria. Baquetas mais compridas darão mais alcance, mas serão mais pesadas;
  • Pontas: As pontas de madeira proporcionam uma sonoridade natural e geralmente mais suave. Uma boa cabeça de madeira deve possuir circunferência bem definida e isentar-se de rachaduras ou fissuras na superfície. As pontas de nylon proporcionam mais brilho, principalmente nos pratos, e são mais duráveis. Uma boa cabeça de nylon deve estar muito bem fixada, ser sólida, sem rebarbas e formato bem definido;
  • Equilíbrio: Um par que proporciona equilíbrio, identificamos como “balanceado”. Ele possui peso uniforme, proporcionando melhor controle, mesmos ataques e rebotes entre as baquetas e timbres pelo menos parecidos;
  • Sensação: Segure as baquetas da mesma maneira que você as utilizaria para tocar na sua bateria. Role, percuta cada baqueta em uma superfície mais dura, como num balcão ou numa mesa. Perceba a sonoridade e a vibração deste par. Não adquira baquetas que soem ocas ou rachadas e  que estejam tortas. Sinta se este par proporciona-lhe o desejado, como conforto, controle, sensibilidade, sonoridade, volume e boa aderência. Uma boa baqueta deverá atender pelo menos a maioria destas qualidades;
  • Baqueta Assinada: Se você encontrou na loja aquele modelo especial desenvolvido pelo seu baterista preferido e quer experimentá-lo, lembre-se que as medidas devem ser exatamente aquilo que foi divulgado, porém o resultado na utilização poderá ser uma peculiaridade sua. Tudo depende da sua maneira de tocar, ou seja, sua “pegada”. Aliás, mesmo com todas essas dicas, a escolha por um modelo de baqueta será muito pessoal. Existem vários bateristas profissionais e famosos que usam até 3 modelos diferentes. Fique esperto na sua escolha, para que seu modelo esteja disponível na próxima aquisição;
  • A Liverpool é líder no mercado pelo excelente custo-benefício!

Você escolhe a madeira. O sucesso escolhe você.

A Liverpool fabrica as melhores baquetas do Brasil e utiliza em sua confecção matéria-prima de excelência. Conheça essas nobres madeiras e suas características.

American Hickory

Flexível e com grande resistência a impactos, a Hickory é a madeira preferida dos bateristas. Considerada pela maioria como a mais confortável para percutir.

Caracteriza-se principalmente pelo timbre refinado, originando uma sonoridade mais encorpada e versátil.

Marfim

Com ótimas características de elasticidade e densidade, produz uma sonoridade intermediária, mais macia.

O peso menor permite maior agilidade e conforto para quem prefere baquetas com maior diâmetro e empunhadura. É a baqueta mais lembrada quando o assunto é custo-benefício.

Brazilian Wood

O Roxinho é uma madeira pesada e dura, com ótima resistência, textura da superfície semelhante ao jatobá e brilho atenuado. Seu desgaste é lento e o principal diferencial está na coloração, na contextura vibrante e no rebote.

Eco Jatobá

Classificada como madeira de alto peso específico, baixa flexibilidade e alta resistência, a Eco Jatobá tem a superfície pouco lustrosa e textura menos lisa. Proporciona sonoridade mais volumosa nos tambores e mais brilho e definição nos pratos.

detalhe madeira ecojatoba Eco Bio

Possui volume e ataque ideais para quem prefere uma baqueta com menor diâmetro e empunhadura. Madeira pesada e dura, proporcionando muito ataque. Superfície lustrosa com textura intermediária, excelente durabilidade.

detalhe madeira ecobio

Treino (Baseado em 1 hora)

AQUECIMENTO

Uma dica é tocar rulos simples, duplos e de pressão. Para os pés, faça progressões de simínimas, colcheias, tercinas e semicolcheias, de preferência com seu metrônomo.

Tempo: 6 minutos.

RUDIMENTOS (com metrônomo)

Desenvolva todos os rudimentos básicos. Escolha no máximo dois por treino e busque o total domínio sobre eles. Depois, distribua-os por todo o seu kit

Tempo: 12 minutos.

RITMOS (com metrônomo)

Além dos ritmos que você domina, busque desenvolver outros mais complexos. O Objetivo será desenvolver seu cérebro e sua coordenação de braços e pernas.

Tempo: 18 minutos.

VIRADAS (com metrônomo)

Use sua criatividade. Faça todas as combinações que vierem a sua mente. Comece com ritmos simples e vá inserindo as viradas em trechos específicos. Posteriormente experimente outras quebras na levada e faça viradas maiores. Pratique com o metrônomo sempre que possível. Um problema comum entre os bateristas é acelerar durante a virada e acabar voltando ao ritmo fora de tempo.

Tempo: 12 minutos.

 

DESAFIO

Agora será o momento para forçar suas habilidades e alcançar outro nível. Portanto, liste suas deficiências e passe-as a limpo. Por exemplo: um rudimento que não esteja saindo legal; um ritmo que ficou para trás por você ter achado complexo demais; uma virada que você viva travando; um novo exercício escrito, executando-o em velocidades lentas e rápidas.

Tempo: 6 minutos.

EXPERIMENTAÇÕES

Este tempo será livre para desenvolver qualquer coisa. Componha um solo, ouça uma música preferida e toque junto, experimente alterar a configuração do seu kit, descubra afinações diferentes, teste um novo par de baquetas Liverpool.

Tempo: 6 minutos.

TOTAL

Saudações! A sua força de vontade e sua disciplina trouxeram-no até aqui. Você é um(a) baterista melhor! Continue assim até o próximo treino!

Tempo: 60 minutos

ritmos-basicosviradas-basicas

exercicios-maos

Características importantes a serem avaliadas na escolha da sua baqueta

Qualidade da madeira: Opte por madeiras sólidas e de boa resistência, que tenham densidade bem distribuída e suas fibras sigam uniformemente do cabo até a cabeça, sem apresentar farpas ou muita aspereza. Não poderá existir nós muito grandes, furos, talhos, empenamento, umidade ou outras imperfeições que possam comprometer sua utilização e durabilidade.

 

Peso: O par deverá ser formado por baquetas de pesos iguais. Esta característica influenciará na uniformidade dos timbres e no equilíbrio, proporcionando melhor controle, mesmos ataques e rebotes entre as baquetas.

 

Comprimento e Diâmetro: Faça testes com diferentes modelos e veja qual se adapta melhor às suas mãos e braços. Baquetas mais grossas são mais duráveis, porém não são indicadas para estilos musicais mais leves. Baquetas mais compridas darão mais alcance, mas serão mais pesadas.

 

Pontas: As pontas de madeira proporcionam uma sonoridade natural e geralmente mais suave. Uma boa cabeça de madeira deve possuir circunferência bem definida e isentar-se de rachaduras ou fissuras na superfície. As pontas de nylon proporcionam mais brilho, principalmente nos pratos e são mais duráveis.

 

Sensação: Segure as baquetas da mesma maneira que você as utilizaria para tocar na sua bateria. Perceba a sonoridade e a vibração deste par. Não adquira baquetas que soem ocas ou rachadas e  que estejam tortas. Sinta se este par proporciona conforto, controle, sensibilidade, sonoridade, volume e boa aderência.

 

Baqueta Assinada: Se você encontrou na loja aquele modelo especial desenvolvido pelo seu baterista preferido, lembre-se que ao testá-lo o resultado na utilização poderá ser uma peculiaridade sua. Tudo também depende da maneira que cada músico toca, ou seja, da sua “pegada”.

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