Roberto Hall

Norte-rio-grandense, músico desde os 09 anos de idade já tocou com várias bandas renomadas do nordeste.

Durante esses 28 anos de música já gravou trabalhos com artistas locais e nacionais, sua vasta experiência em gravações o proporcionou criar seu próprio estúdio de gravações: Hall Studio Natal.

A tecnologia conecta esse grande músico às bandas de todo o país através das suas gravações de bateria online.

Atualmente está trabalhando como baterista com o artista natalense Pedro Luccas onde consegue expressar sua musicalidade tocando diversos estilos musicais.


Dany Amorim é Percussionista, nascida em Recife Pernambuco.
A música, entretanto, sempre esteve presente em sua vida. Iniciou suas  aulas de música aos 9 anos de idade, no interior de Pernambuco – Ribeirão/PE e teve os primeiros contatos com Percussão ainda no ensino médio, até que um dia se tornou profissão.
Já trabalhou com algumas bandas pelo Brasil a fora, e atualmente acompanha o cantor Pedrinho Pegação, bem como, realiza trabalhos paralelos com outros artistas. Já participou de projetos como o Programa ”Só elas” na Rede Globo com os artistas: Solange Almeida, Elba Ramalho, Lucy Alves, Nanara Bello, bem como o Programa ”Setembro é SHOW” também na Rede Globo com os artistas: Nattan, Tarcísio do Acordeon, Nanara Bello, Mari Fernandez. Recentemente participou da gravação do DVD do mais novo trabalho da dupla Rio Negro & Solimões “A história Continua”, entre outros trabalhos.

 

Ébano Santos
O gaúcho Ébano Santos, de Porto Alegre (RS)
Começou a tocar bateria aos 12 anos de idade. Tocou em diversas bandas de “garagem” até seus 18 anos, quando então deu início a seus estudos de bateria com o professor Carlos Ovelha e logo após, com Moisés Piangers. Desde então, passou a tocar profissionalmente em bandas de bailes, bares e casas noturnas na região da serra gaúcha.
Em 1994 conheceu o lendário Argus Montenegro, e logo começou a aprender mais sobre ritmos brasileiros. Mas, foi com as aulas com o gênio Kiko Freitas que Ébano foi a fundo no estudo da bateria.

Em 1999, ao se converter, passou a fazer parte da Igreja Encontros de Fé como músico contratado. Esta experiência lhe abriu as portas para tocar com diversos artistas do segmento gospel, nacional e internacional, como Marcos Witt, Ron Kenoly, Chris Durán, Davi Sacer, Gerson Santos, Marquinhos Gomes, Paulo César Baruk, Bo Järpehag, Soraya Moraes, Billy Bunster, Júnior Oliveira, Nani Azevedo, Tanlan, Evandro Alves, Luis Fontana, Asaph Borba, Fabiano Soares, Cristiane e muitos outros. Fez parte da Banda Êxodo, com quem gravou dois discos que fizeram muito sucesso, “Situação” (2002) e “Quantas Vezes Mais? ” (2004). Além de ter gravado diversos trabalhos em estúdio, gravou seu primeiro projeto instrumental em duo, com o tecladista Thiago Marques, o Grandense, tendo recebido excelentes críticas na mídia especializada.

Atuando em Porto Alegre, há mais de 20 anos, Ébano Santos é um dos professores mais requisitados do país. Além de ter ensinado centenas de iniciantes no instrumento, já atendeu em seu estúdio, ou em aulas online, bateristas que são verdadeiras referências no mercado nacional.
Em 2015, na edição de dezembro da revista americana especializada em bateria MODERN DRUMMER, foi listado como um dos 100 PROFESSORES DO MUNDO indicados pelo Embaixador Mundial da Bateria, Mr. DOM FAMULARO.

 

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Músico e criador de conteúdo digital.

Com apenas 19 anos, Cauê possui milhares de fãs na internet que amam seus conteúdos e acompanham cada passo da sua vida pessoal e profissional, seus conteúdos passeiam pela música e pela moda.

É também Co-Fundador da banda “Blanc Sec”.

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Antes da década de 1950, não existiam empresas especializadas em fabricar baquetas. Os próprios fabricantes de baterias e outros instrumentos de percussão, confeccionavam e comercializavam as baquetas. Também havia bem menos modelos do que atualmente e seus nomes eram dados de acordo com a aplicação. Desde aquela época, as três designações mais comuns são baquetas "A", "B" e "S".

Letra “B”: era referente à “Band” (banda) e serviam para as baquetas direcionadas para bandas de teatro, "big bands" e/ou orquestras. Letra “S”: era referente à palavra "Street" (rua), e especificava os modelos feitos para serem em bandas marciais e/ou fanfarras.

Letra “A”: a origem para a utilização desta letra é um pouco vaga. Aparentemente ela identificava as baquetas que não se enquadravam como “B” ou “S”. O mais evidente é que eram  referente à expressão “All Purpose” (de uso geral).

Os números nas baquetas servem para dar uma impressão de seus tamanhos. Nos modelos “A” e “B”, quanto maior o número, menor a baqueta.

Exemplificando, uma baqueta 2B é maior que um 5B, uma baqueta 7A é menor que um 5A.

As baquetas de bandas marciais e/ou fanfarras são designadas com esse conceito numérico. Exemplificando, as baquetas 1S são menores que 2S, que são menores que 3S.

Essas identificações podem até nos confundir, além de que dificilmente encontraremos alguma fonte de informação que saberá explicar exatamente os motivos. Alguns desses detalhes foram perdidos na história.

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