Felipe Lourinho

Ébano Santos
O gaúcho Ébano Santos, de Porto Alegre (RS)
Começou a tocar bateria aos 12 anos de idade. Tocou em diversas bandas de “garagem” até seus 18 anos, quando então deu início a seus estudos de bateria com o professor Carlos Ovelha e logo após, com Moisés Piangers. Desde então, passou a tocar profissionalmente em bandas de bailes, bares e casas noturnas na região da serra gaúcha.
Em 1994 conheceu o lendário Argus Montenegro, e logo começou a aprender mais sobre ritmos brasileiros. Mas, foi com as aulas com o gênio Kiko Freitas que Ébano foi a fundo no estudo da bateria.

Em 1999, ao se converter, passou a fazer parte da Igreja Encontros de Fé como músico contratado. Esta experiência lhe abriu as portas para tocar com diversos artistas do segmento gospel, nacional e internacional, como Marcos Witt, Ron Kenoly, Chris Durán, Davi Sacer, Gerson Santos, Marquinhos Gomes, Paulo César Baruk, Bo Järpehag, Soraya Moraes, Billy Bunster, Júnior Oliveira, Nani Azevedo, Tanlan, Evandro Alves, Luis Fontana, Asaph Borba, Fabiano Soares, Cristiane e muitos outros. Fez parte da Banda Êxodo, com quem gravou dois discos que fizeram muito sucesso, “Situação” (2002) e “Quantas Vezes Mais? ” (2004). Além de ter gravado diversos trabalhos em estúdio, gravou seu primeiro projeto instrumental em duo, com o tecladista Thiago Marques, o Grandense, tendo recebido excelentes críticas na mídia especializada.

Atuando em Porto Alegre, há mais de 20 anos, Ébano Santos é um dos professores mais requisitados do país. Além de ter ensinado centenas de iniciantes no instrumento, já atendeu em seu estúdio, ou em aulas online, bateristas que são verdadeiras referências no mercado nacional.
Em 2015, na edição de dezembro da revista americana especializada em bateria MODERN DRUMMER, foi listado como um dos 100 PROFESSORES DO MUNDO indicados pelo Embaixador Mundial da Bateria, Mr. DOM FAMULARO.

 

Luigi Bolaños nasceu no Equador em novembro de 1998. Baterista latino, jazz, funk, pop, gospel, R&B, rock e metal. Começou a estudar piano e bateria no Conservatório Franz Liszt aos 5 anos. Aos 15, viajou com bolsa integral para o International Music Camp, na fronteira dos Estados Unidos com o Canadá; um acampamento focado em música acadêmica e jazz. Aos 16 anos, ganhou o prêmio Franz Liszt do conservatório onde estudou; prêmio concedido ao aluno mais destacado da temporada. Graças a este prêmio, ele participou do Five Week Summer Camp no Berklee College of Music em Boston, ganhando muita experiência na área contemporânea.

Depois de terminar seus estudos universitários, ele se formou em Música Contemporânea com subespecialização em Educação na Universidade de São Francisco de Quito (Berklee Global Partner), sendo um dos primeiros ex-alunos de sua classe e obtendo o reconhecimento Cum Laude. Luigi teve a oportunidade de tocar, gravar e dividir palco com grandes artistas equatorianos e de todo o mundo, destacando-se como músico profissional reconhecido na mídia. Apesar de ter se especializado na bateria como seu instrumento principal, ele também toca piano, percussão latina-sinfônica e canta. Atualmente trabalha como treinador de bateria na MusicLab Berklee City Music Global Network (Quito, Equador), dá aulas particulares, clínicas, masterclasses e é músico de sessão / performer.

REALIZAÇÕES

♦ Reconhecimento Cum Laude na Universidad San Francisco de Quito.
♦ Bolsa de 60% para estudos no Berklee College of Music.
♦ Bolsa completa para o Festival de Percussão do Berklee College of Music.
♦ Bolsa de 50% na Universidade San Francisco de Quito.
♦ Certificado de cinco semanas de verão no Berklee College of Music.
♦ Prêmio Franz Liszt ao aluno mais destacado do Conservatório Franz Lizst.
♦ Bolsa completa para o Acampamento Internacional de Música.

 

Endorsee from Paraguay

Endorsee from Malaysia 

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Mauricio é percussionista, educador e musicoterapeuta. Ele é formado em música e dois mestrados: Musicoterapia e
Música como Arte Interdisciplinar.

Ele é um percussionista versátil; executa e registros em projetos de vários gêneros, como jazz latino, salsa, música latino-americana, jazz, musica brasileira, flamenco, afro, world music, funk, rock, bem como música para documentários e filmes.

Mauricio é professor em tempo integral na Colégio Universidad San Francísco de Quito
of Music - Berklee College of Music Rede Internacional, Quito - Equador.

De 2009 a 2014 ele morou em Barcelona - Espanha onde estudou dois mestrados licenciatura em música e trabalhou como percussionista, musicoterapeuta e professora.

Fundador, diretor e compositor de La Sonora Libre, uma orquestra de salsa e jazz latino, que tem dois álbuns lançados e turnês em Europa

Antes da década de 1950, não existiam empresas especializadas em fabricar baquetas. Os próprios fabricantes de baterias e outros instrumentos de percussão, confeccionavam e comercializavam as baquetas. Também havia bem menos modelos do que atualmente e seus nomes eram dados de acordo com a aplicação. Desde aquela época, as três designações mais comuns são baquetas "A", "B" e "S".

Letra “B”: era referente à “Band” (banda) e serviam para as baquetas direcionadas para bandas de teatro, "big bands" e/ou orquestras. Letra “S”: era referente à palavra "Street" (rua), e especificava os modelos feitos para serem em bandas marciais e/ou fanfarras.

Letra “A”: a origem para a utilização desta letra é um pouco vaga. Aparentemente ela identificava as baquetas que não se enquadravam como “B” ou “S”. O mais evidente é que eram  referente à expressão “All Purpose” (de uso geral).

Os números nas baquetas servem para dar uma impressão de seus tamanhos. Nos modelos “A” e “B”, quanto maior o número, menor a baqueta.

Exemplificando, uma baqueta 2B é maior que um 5B, uma baqueta 7A é menor que um 5A.

As baquetas de bandas marciais e/ou fanfarras são designadas com esse conceito numérico. Exemplificando, as baquetas 1S são menores que 2S, que são menores que 3S.

Essas identificações podem até nos confundir, além de que dificilmente encontraremos alguma fonte de informação que saberá explicar exatamente os motivos. Alguns desses detalhes foram perdidos na história.

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